O CCJ (Centro de Comunicação e Juventude do Recife) foi planejado no ano de 2006. A ideia inicial era que fosse um projeto piloto que pudesse causa grandes mudanças na vida de jovens de comunidades populares de Recife. O CCJ tem por sua essência um caráter de coletividade desde sua proposta inicial, pois, foi construído diante de alguns valores sócias preza
pelo COLETIVO. Logo foi idealizado por pessoas e entidades comprometidas com o social e que acreditam na FORÇA da juventude. Que a juventude não é isso que está posto nas MÍDIAS televisa nos programas sensacionalistas. Juventude é força, coragem e atitude! Que a juventude pode sair desse lugar de “coitadinho, carente de comunidade pobre” discurso discriminatório e assistencialista que não pensa a juventude enquanto
sujeitos de Direitos em sua cidadania, em sua capacidade de ser o ator principal e agente de sua história. Um dos seus pilares é o principio da Educação Popular que preza o aprendizado de maneira lúdica através da vivencia, experiência e o sentir. Relacionando ao exercício da busca da cidadania, respeitado cada um/a em suas experiências de vida. Uma educação participativa onde existe uma relação entre Educador/a e Educando. “Não há saber mais ou menos: Há saberes diferentes” Paulo Freire. Em 2007 dar se inicio a primeira turma do CCJ com oficinas de Web design, Vídeo e Fotografia. Que sua primeira sede era localizado na Comunidade de Casa Amarela, por lá passaram jovens de diversas Comunidades de Recife. CCJ é um grande diferencial tanto para as comunidades quanto para a cidade. E por quê? Porque lá o/a jovem tem vez e voz sua opinião é respeitada, lá o/a jovem se descobre enquanto pessoa e sujeito de Direitos e ou sujeitos políticos. Sua identidade é respeitada, lá não existem estereótipos nem rótulos como os jovens devem ser. Lá existe uma diversidade de comunidades, de pessoas que se respeitam e que acreditam que a mudança pode vim através da comunicação com as linguagens de web, fotografia e vídeo. Atualmente está localizado na comunidade de Peixinhos: Av. Presidente Kennedy, n.250.
O CCJ mudou minha vida, meus pensamentos, me proporcionou conhecer outras pessoas e comunidades diferentes, me proporcionou ir à busca do que Tinha como sonho uma utopia (que às vezes parece inatingível). Me proporcionou vários momentos de crescimento e reflexão como sujeito político de Direitos. Me proporcionou a vivência e sentir a vida como Educadora de Vídeo. Me proporcionou a essência da COLETIVIDADE! Que o crescer juntos fortalece, mas a luta nessa sociedade que oprime e desvaloriza o saber da JUVENTUDE é com muita emoção e sentimentos que coloco nessas breves palavras o Convite a todos/as jovens para participarem do CCJ! Pois tenho certeza que não será, mas o mesmo/a depois do CCJ.
Marília Gabriela Santos
Esse é um espaço para compartilhar indagações, motivações, alegrias, tristezas é um pouco da minha vivencia, um pouco do meu olhar.
sábado, 18 de agosto de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Vida
Não escolhi ser educadora, descobrir e aprendi como construir uma educação que prese pelo respeito dignidade e cada um/a tem um saber diferente, respeito a diversidade de opinião. profissão ou vocação? profissão apenas não basta é muito particular e nunca imaginei estar com crianças e adolescente ensinando algo, nem se quer professora passou pela minha cabeça, as vezes fico pensando como foi, o que aconteceu? a vida,os caminhos, pessoas me propuseram isso me escutaram, confiaram em mim. Além do mais, muito do que sou aprendi com as pessoas que fazem parte da história do Morro da Conceição, mudando a vida de muitas pessoas. Me encontrei e continuo cavucando os caminhos. A vida é um mistério mesmo, quero ainda conta muitas histórias pra vocês e falar das pessoas que me ajudaram, quero registrar essa história é importante que as pessoas vejam, leiam que é possível sair do lugar de coitadinho, de carente, todo mundo é carente de alguma coisa. Percebi que são os nossos direitos que não respeitados, estão apenas no papel. Se não fosse estar envolvida com essas questões de garantia de direitos não sei o que seria da minha vida! Aprendi muitas coisas, que antes tinha preconceito, acho que aprendi a pensar mais ainda e ter uma consciência crítica. "Na mudança da mente ninguém manda na gente" seria mais o menos isso. Mais muitas águas vão rolar ainda.
Marília Gabriela
domingo, 12 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Amor

Que fenomeno é esse do amor, que faz sofrer se perde a pessoa amada. Não é fácil perde uma pessoa que você poís tanta expectativa. Depois de tanto amor, não consegue amar mais. Qual a receita de amar e ser amada? quem souber por favor diga, As veses se sentir livre é muito bom, mais quando amanhece o dia estou só. É dificil encontrar alguém que lhe complete, e amar novamente. Há um tempo que o amor estar longe de mim, uma decisão que não sei explicar, apenas é que não quero sentir uma dor no peito novamente, dor que fere a alma meche com seus sentimentos e emoções. Só quero ser feliz mais ainda não consigo amar novamente, isso é ruín mais o tempo é o melhor remédio para a curar de um amor. A ferida ainda não se catrizou, estar aberta aos poucos vai ser cicatrizada. Mais a vida é bela, o tempo é curto e o amanhã não existe!"Marília Gabriela" então viver é lema ainda que racional as veses!
Ágata
terça-feira, 29 de junho de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Oficina de Fotografia
No dia 14 de Abril cinco jovens e o educador da oficina de fotografia, do Centro de Comunicação e Juventude do Recife, saíram para uma atividade externa na comunidade peixinhos no nascedouro, antigo matadouro, para exercitar a fotografia em Pinhole. Uma técnica usada manualmente que parte do principio da câmera escura, utilizando uma lata pintada dentro de preto, papel fotográfico, papel laminado, prego, fita isolante e alfinete para sua construção.
Os mesmo saíram com cinco máquinas, com intuito de fotografar vários tipos de paisagens, cada um/uma com um olhar diferente para a comunidade de peixinhos.
Durante uma boa parte da atividade os dois jovens que moram na comunidade, foi explicando objetivamente um pouco da história do matadouro.
O matadouro no passado era utilizado para matar bois, atualmente o mesmo é considerado Patrimônio histórico e cultural da cidade de Olinda. Além do mais, no Nascedouro acontece vários tipos de atividades sócio-educativas e culturais, nesse espaço que foi reaproveitado porém, não esquecendo que existe um grande balcão abandonado pela sociedade e governo.
As drogas e a violência vem tomando conta de toda essa área, pois é muito triste quando os jovens nos conta essa problemática existente lá que poucos enxergam. Já chegando ao término da atividade, nos deparamos com uma cena de abordagem policial, que foi absurda!
Bem na hora que nosso educador iria tirar uma foto, um carro da policia civil chegou no local passando bem próximo dele, desceram do carro, com a arma na mão e nos abordaram, pedindo para que todos lá presente no momento virassem de costa, colocassem a mão na cabeça e abrisse as pernas, isso foi terrível!
Graças a Deus, nosso educador se identificou contando o que nosso grupo estava fazendo lá, e de onde eramos, então os policiais disseram que poderíamos continuar nosso trabalho. Esse é o cenário que vivemos em nossos bairros cotidianamente cercados por policias mal preparados para enfrentar a violência urbana e social tornando nós cidadãos e cidadãs vítimas desse cenário.
Ewerton Antonio
Deixo uma reflexão para todos os jovens, seja sempre o protagonista de sua história, seja uma história de guerra e luta para enfrentar a desigualdade social.
Por
Ewerton Antonio
Marília Gabriela
ewertonpcm@gmail.com
mariliagabix@yahoo.com.br
Os mesmo saíram com cinco máquinas, com intuito de fotografar vários tipos de paisagens, cada um/uma com um olhar diferente para a comunidade de peixinhos.
Durante uma boa parte da atividade os dois jovens que moram na comunidade, foi explicando objetivamente um pouco da história do matadouro.
O matadouro no passado era utilizado para matar bois, atualmente o mesmo é considerado Patrimônio histórico e cultural da cidade de Olinda. Além do mais, no Nascedouro acontece vários tipos de atividades sócio-educativas e culturais, nesse espaço que foi reaproveitado porém, não esquecendo que existe um grande balcão abandonado pela sociedade e governo.
As drogas e a violência vem tomando conta de toda essa área, pois é muito triste quando os jovens nos conta essa problemática existente lá que poucos enxergam. Já chegando ao término da atividade, nos deparamos com uma cena de abordagem policial, que foi absurda!
Bem na hora que nosso educador iria tirar uma foto, um carro da policia civil chegou no local passando bem próximo dele, desceram do carro, com a arma na mão e nos abordaram, pedindo para que todos lá presente no momento virassem de costa, colocassem a mão na cabeça e abrisse as pernas, isso foi terrível!
Graças a Deus, nosso educador se identificou contando o que nosso grupo estava fazendo lá, e de onde eramos, então os policiais disseram que poderíamos continuar nosso trabalho. Esse é o cenário que vivemos em nossos bairros cotidianamente cercados por policias mal preparados para enfrentar a violência urbana e social tornando nós cidadãos e cidadãs vítimas desse cenário.
Ewerton Antonio
Deixo uma reflexão para todos os jovens, seja sempre o protagonista de sua história, seja uma história de guerra e luta para enfrentar a desigualdade social.
Por
Ewerton Antonio
Marília Gabriela
ewertonpcm@gmail.com
mariliagabix@yahoo.com.br
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Declaração de uma menina apaixonada ''agata"
Meu amor, hoje acordei pensando em ti
Na madrugada sonhei com você
O sonho foi um reflexo dos meus pensamentos por ti
A minha alma chama por ti
nos meus sonhos e desejos
O meu corpo deseja o teu
Minhas mãos as tuas
O s meus abraços os teus
Os meus beijos os seu
Há como eu quero ser........
O maior encontro nos seus caminhos
Caminhos esse que os desencontros também existem
Estamos perdidos um do outro
Nossas almas em desencontro
Fora do compasso
Quando te vejo ao longe é como fosse
Não a primeira vez, mais a segunda
Há com é engraçado
No final da noite me entregasse uma lembrança
Que eram dois
Depois perdi e assim
Foi
Nos perdemos um do outro como duas nuvens do céu
Porque quando olhamos lá em cima já não estar mais
Desapareceu entre elas
Mais valeu a pena
É fato, é difícil encontrar algo que define
Com tanta mágica o que nos uniu em um só pensamento
Alma e coração
Estamos ai nesse mundão na busca de muito amor e comunhão
Agata
Na madrugada sonhei com você
O sonho foi um reflexo dos meus pensamentos por ti
A minha alma chama por ti
nos meus sonhos e desejos
O meu corpo deseja o teu
Minhas mãos as tuas
O s meus abraços os teus
Os meus beijos os seu
Há como eu quero ser........
O maior encontro nos seus caminhos
Caminhos esse que os desencontros também existem
Estamos perdidos um do outro
Nossas almas em desencontro
Fora do compasso
Quando te vejo ao longe é como fosse
Não a primeira vez, mais a segunda
Há com é engraçado
No final da noite me entregasse uma lembrança
Que eram dois
Depois perdi e assim
Foi
Nos perdemos um do outro como duas nuvens do céu
Porque quando olhamos lá em cima já não estar mais
Desapareceu entre elas
Mais valeu a pena
É fato, é difícil encontrar algo que define
Com tanta mágica o que nos uniu em um só pensamento
Alma e coração
Estamos ai nesse mundão na busca de muito amor e comunhão
Agata
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