quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Feito nó é como sinto o meu sentimento
Feito nó os meus desejos
Feito nó os meus pensamentos
O que fazer com esse nó entalado na garganta
Com o nó no peito
Conheci novamente o carinho por alguns dias
Momentos e segundo

Ao mesmo tempo em que foi intenso, foi tão rápido
Um vazio no peito me toma
Entristece-me, me faz chora a dor
De quem perdeu um amor
É tudo tão diferente que não consigo explicar
Penso será que não seria melhor a dúvida?

Mas depois será que não teria sido pior fica remoendo o que pude fazer e não fiz?
O que acontece é que não consigo ver além dos meus olhos
Da minha alma
Minha alma está vazia com vontade de amar
Mas é tudo difícil
Amar tá difícil

Ha eu choro na calada da noite, no encontro das palavras, do meu eu
Do meu interior e da solidão
Quando os pensamentos retorna a realidade vejo que
Estou só.........................
Com meus versos, mensagens, fotos e lembranças guardada
 feito criança que não esquece
De pedir o pedaço de bolo de chocolate ou o doce que lhe prometeram
Às vezes por um instante esqueço

Mas tudo  lembra você....................
Você
 
 
Agatha

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Movimento Cultural Sexta na Praça

A Sexta na Praça é um movimento cultural que tem por objetivo levar informação à comunidade por meio das artes: música, dança e teatro. Além do mais leva informação Com muita alegria e ludicidade, tem como foco principal a comunidade. Não é apenas um “evento”, mas uma articulação política cultural e pedagógica. Desmitificado a ideia que no Morro só tem violência e coisas ruins. Pois no Morro tem cultura e tem muita arte, arte do Morro, arte da periferia, do gueto, de raiz a arte do Morro. A sexta na praça acontece desde 2008 na Comunidade do Morro da Conceição exatamente na Praça do Morro. A sexta na praça acontece com a participação de atrações culturais da comunidade e comunidades vizinhas grupos que contamos com a força e resistência a arte. Acreditamos na força da nossa comunidade, valorizamos sua cultura e sua história. O Morro tem uma história muito bonita de resistência e de luta pelo bem comum da comunidade. A sexta já abordou temas como família, violência contra mulher, voto, gênero e nesta edição tem como tema Sexta da Diversidade. Pois essa é uma temática muito importante quem vem atingido não só nossa cidade, mas o nosso país. Desse modo e de forma descontraída que o Quebra Kabeça leva pra comunidade essa discussão do respeito ao próximo, do Direito, da igualdade e da livre orientação sexual. Amor são amor e ponto, não importa se seja em uma relação homo afetivo ou hetero sexual. Homofobia é crime! O grupo Quebra kabeça está na luta ao enfrentamento à homofobia e toda forma de descriminação e violência. Então convidamos a tod@s para estarem presente neste momento muito importante para nós que compõe o grupo e para nossa comunidade. Quando: 21 de setembro Onde: Praça do Morro da Conceição Hora: a partir das 19 hs

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Saudades de Menina

Saudades daquilo que não tenho saudades do que não vejo saudades que não pego,não abraço saudades do afago saudades do dengo saudades, saudades saudades que não te vejo saudades que sufoca aperta o peito saudades do amor que não tenho saudades abstrata saudades do que não posso ter Agatha

sábado, 18 de agosto de 2012

Experiência que deu Certo (CCJ- Recife)

O CCJ (Centro de Comunicação e Juventude do Recife) foi planejado no ano de 2006. A ideia inicial era que fosse um projeto piloto que pudesse causa grandes mudanças na vida de jovens de comunidades populares de Recife. O CCJ tem por sua essência um caráter de coletividade desde sua proposta inicial, pois, foi construído diante de alguns valores sócias preza pelo COLETIVO. Logo foi idealizado por pessoas e entidades comprometidas com o social e que acreditam na FORÇA da juventude. Que a juventude não é isso que está posto nas MÍDIAS televisa nos programas sensacionalistas. Juventude é força, coragem e atitude! Que a juventude pode sair desse lugar de “coitadinho, carente de comunidade pobre” discurso discriminatório e assistencialista que não pensa a juventude enquanto
sujeitos de Direitos em sua cidadania, em sua capacidade de ser o ator principal e agente de sua história. Um dos seus pilares é o principio da Educação Popular que preza o aprendizado de maneira lúdica através da vivencia, experiência e o sentir. Relacionando ao exercício da busca da cidadania, respeitado cada um/a em suas experiências de vida. Uma educação participativa onde existe uma relação entre Educador/a e Educando. “Não há saber mais ou menos: Há saberes diferentes” Paulo Freire. Em 2007 dar se inicio a primeira turma do CCJ com oficinas de Web design, Vídeo e Fotografia. Que sua primeira sede era localizado na Comunidade de Casa Amarela, por lá passaram jovens de diversas Comunidades de Recife. CCJ é um grande diferencial tanto para as comunidades quanto para a cidade. E por quê? Porque lá o/a jovem tem vez e voz sua opinião é respeitada, lá o/a jovem se descobre enquanto pessoa e sujeito de Direitos e ou sujeitos políticos. Sua identidade é respeitada, lá não existem estereótipos nem rótulos como os jovens devem ser. Lá existe uma diversidade de comunidades, de pessoas que se respeitam e que acreditam que a mudança pode vim através da comunicação com as linguagens de web, fotografia e vídeo. Atualmente está localizado na comunidade de Peixinhos: Av. Presidente Kennedy, n.250. O CCJ mudou minha vida, meus pensamentos, me proporcionou conhecer outras pessoas e comunidades diferentes, me proporcionou ir à busca do que Tinha como sonho uma utopia (que às vezes parece inatingível). Me proporcionou vários momentos de crescimento e reflexão como sujeito político de Direitos. Me proporcionou a vivência e sentir a vida como Educadora de Vídeo. Me proporcionou a essência da COLETIVIDADE! Que o crescer juntos fortalece, mas a luta nessa sociedade que oprime e desvaloriza o saber da JUVENTUDE é com muita emoção e sentimentos que coloco nessas breves palavras o Convite a todos/as jovens para participarem do CCJ! Pois tenho certeza que não será, mas o mesmo/a depois do CCJ. Marília Gabriela Santos

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Vida

Não escolhi ser educadora, descobrir e aprendi como construir uma educação que prese pelo respeito dignidade e cada um/a tem um saber diferente, respeito a diversidade de opinião. profissão ou vocação? profissão apenas não basta é muito particular e nunca imaginei estar com crianças e adolescente ensinando algo, nem se quer professora passou pela minha cabeça, as vezes fico pensando como foi, o que aconteceu? a vida,os caminhos, pessoas me propuseram isso me escutaram, confiaram em mim. Além do mais, muito do que sou aprendi com as pessoas que fazem parte da história do Morro da Conceição, mudando a vida de muitas pessoas. Me encontrei e continuo cavucando os caminhos. A vida é um mistério mesmo, quero ainda conta muitas histórias pra vocês e falar das pessoas que me ajudaram, quero registrar essa história é importante que as pessoas vejam, leiam que é possível sair do lugar de coitadinho, de carente, todo mundo é carente de alguma coisa. Percebi que são os nossos direitos que não respeitados, estão apenas no papel. Se não fosse estar envolvida com essas questões de garantia de direitos não sei o que seria da minha vida! Aprendi muitas coisas, que antes tinha preconceito, acho que aprendi a pensar mais ainda e ter uma consciência crítica. "Na mudança da mente ninguém manda na gente" seria mais o menos isso. Mais muitas águas vão rolar ainda. Marília Gabriela

domingo, 12 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Amor


Que fenomeno é esse do amor, que faz sofrer se perde a pessoa amada. Não é fácil perde uma pessoa que você poís tanta expectativa. Depois de tanto amor, não consegue amar mais. Qual a receita de amar e ser amada? quem souber por favor diga, As veses se sentir livre é muito bom, mais quando amanhece o dia estou só. É dificil encontrar alguém que lhe complete, e amar novamente. Há um tempo que o amor estar longe de mim, uma decisão que não sei explicar, apenas é que não quero sentir uma dor no peito novamente, dor que fere a alma meche com seus sentimentos e emoções. Só quero ser feliz mais ainda não consigo amar novamente, isso é ruín mais o tempo é o melhor remédio para a curar de um amor. A ferida ainda não se catrizou, estar aberta aos poucos vai ser cicatrizada. Mais a vida é bela, o tempo é curto e o amanhã não existe!"Marília Gabriela" então viver é lema ainda que racional as veses!


Ágata